sábado, 11 de julho de 2020

Bocalonistas, News Camelistas: o mais macho, pise no pé do outro


O deputado Gehlen Diniz (PROGRESSISTAS) –foto- disse ontem ao BLOG DO CRICA acreditar que o seu partido e o governador Gladson Cameli podem chegar a um consenso se não por uma aliança com o PSB, mas que cada sigla lance o seu candidato próprio a prefeito de Rio Branco, e se unam no segundo turno. Diniz considera que foi muito boa a primeira reunião entre as lideranças do PROGRESSISTAS e o Gladson, onde cada um defendeu a sua tese acerca da eleição para a PMRB. Vê Cameli como peça importante na decisão. Com a presença do pré-candidato Tião Bocalon, no próximo encontro, os entendimentos podem avançar ainda mais, pondera o parlamentar. Segundo o BLOG apurou por outras fontes, hoje dentro do partido há uma ampla maioria a favor da candidatura do Bocalom (PROGRESSISTAS). Os membros do PP que defendem que o apoio do governador se dê à prefeita Socorro Neri praticamente se resumem aos “new camelistas” Moisés Diniz e Ney Amorim. Posição que é vista mais como uma forma de agradar ao governador, com a já demonstrada simpatia pelo nome da prefeita Socorro Neri. Há um componente neste trem descontrolado: o rifamento da candidatura de Tião Bocalom levaria de roldão o grupo do senador Sérgio Petecão (PSD), que tem a Marfisa Galvão (PSD) como vice da chapa, e decidiu que, em hipótese alguma embarcará no vagão da candidatura de Neri, se for chancelada pelo PP. E dividido entre bocalistas e new camelistas segue o descontrolado trem dos PROGRESSISTAS. Só falta alguém chegar e gritar, ao estilo da briga de gurizada: quem for mais macho pise no pé do outro. No mais, é o jogo da política.


RELACIONADAS

PODE RESULTAR NUMA MERDA
O final desta disputa dentro dos PROGRESSISTAS acerca de quem apoiar para a prefeitura de Rio Branco pode acabar num grande consenso, em nada, ou numa grande merda, dependendo do desfecho. Dependendo de como as conversas vão acontecer daqui para frente.


PEDRO COMO PEDROCA
Para o BLOG tanto faz escolhlher o Pedro como a Maroca, apenas noticio os fatos

NÃO É CONFIÁVEL
A depender do deputado Gehlen Diniz (PROGRESSISTAS), o deputado Jenilson Lopes (PSB) não continuará como vice-presidente na chapa da eleição para a mesa diretora da ALEAC, que será antecipada. “É inconfiável” – disparou Diniz em comentário feito ontem ao BLOG.

ACATA A MAIORIA
Mas, Diniz ressalvou que, se a maioria entender ao contrário, ele vai acatar a decisão.

GANHA O MAZINHO
Sobre o panorama da eleição para a prefeitura de Sena Madureira, em que será candidato a prefeito, o deputado Gehlen Diniz (PROGRESSISTAS), é pragmático: “com mais de um candidato da oposição o prefeito Mazinho se reelege, a oposição só tem chance unida”.


COMPETENTE, MAS LENTO
O secretário Márcio Oliveira, assessor político da prefeita Socorro Neri, é visto no meio da categoria como qualificado e competente na gestão, mas lento quase parando nas decisões políticas. Mas, cada gestor faz opção em ter o assessor que bem entender ter ao seu lado.

ESTAVA NA PROGRAMAÇÃO
É falso como uma nota de duzentos reais que as obras da prefeitura na Cadeia Velha atendam ao pedido deste ou daquele político, estavam programadas no calendário da prefeita Socorro.

TERRENO NA LUA
As duas últimas pesquisas de opinião pública sobre a eleição municipal, que foram divulgadas pela imprensa, não podem ser vendidas como se fossem decisivas para a escolha do próximo prefeito da capital. Isso é tão verdadeiro como comprar terreno na lua. Pesquisa é momento.

CAMPANHA NEM COMEÇOU
A campanha nem começou. É no seu decorrer que o jogo será jogado. O resto é perfumaria.

MEXE NA CHAPA DE VEREADOR
Um dos argumentos usados pelo grupo do PROGRESSISTAS que defende candidatura própria para prefeito de Rio Branco é que, com um nome do partido na cabeça da chapa, o partido poderá chegar a dois ou três vereadores, mas se for apoiar candidato de outra sigla fará só um.

NOMES DO PP
Entre os candidatos da chapa do PROGRESSISTAS para vereador de Rio Branco estão N. Lima, Samir Bestene, Evandro Cordeiro, Aluzio Veras e Rutênio e Márcio Albion.

LEGENDA PUXA
O grupo se baseia que com palanque próprio a tendência lógica e ter mais vereadores porque a legenda puxaria. E apoiando um nome de fora, esta vantagem iria para o partido aliado.

VOZ DA LUCIDEZ
Toda vez que o Padre Mássimo Lombardi se pronuncia sobre a discussão da abertura ou não dos templos religiosos com a pandemia no vermelho, se ouve a voz da lucidez neste debate numa nau de insensatos. Remar contra a ciência é cair no obscurantismo da Idade Média.

MANTÉM PÚBLICO FIEL
A última pesquisa com o presidente Bolsonaro com 40% de aprovação do seu governo, mostra que conseguiu formar uma claque conservadora e de direita fiel. É como o Lula no seu auge. Se o Bolsonaro falar hoje que Melhoral cura a Covid-19, o seu público vai crer piamente.

JOGADA POLÍTICA
O ex-governador Romildo Magalhães lançou o programa “Sopão Enche o Bucho”, que distribuia sopa nos bairros periféricos. Vem o Gladson Cameli agora como o “Bolsa Enche o Bucho”, um cartão para compra de alimentos pelos que integrama faixa de baixa renda. É uma medida social, mas tipicamente eleitoreira, num ano de eleição municipal, visa votos.

PANEM ET CIRCENSES
É na era moderna a repetição dos que faziam os imperadores romanos para acalmar o povão, distribuiam pão e complementava com o circo das disputas de gladiadores no Coliseu de Roma. Era uma forma de manipular a massa e a deixar desinteressada por reivindicações.

NÃO TEM OUTRO JOGO
Caso o Ilderlei Cordeiro não seja julgado este ano, ele será o candidato a prefeito apoiado pelo governador Gladson Cameli, em Cruzeiro do Sul. Se julgado e mantida a sua cassação, seu nome sairá do páreo.

CADA CABEÇA UMA SENTENÇA
Com o PT no poder o professor Marcelo Siqueira (PT) teve a sua candidatura a deputado estadual jogada às traças pela direção partidária. E na eleição deste ano, com o PT fora do poder, resolveu sair no tudo ou nada apostando no seu trabalho. Cada cabeça, uma sentença.

CHEGA SER IMPRESSIONANTE
Quando se fala na candidatura do Minoru Kinpara (PSDB) a prefeito da capital dentro do grupo de aliados do Gladson há uma reação em cadeia contra. É impressionante! A impressão que passa é que estão mais preocupados em lhe derrotar que eleger alguém do grupo á PMRB.

O FILHO É MEU
O deputado Daniel Zen (PT), que disputará este ano a prefeitura da capital, está reivindicando a paternidade do filho “Bolsa Enche o Bucho” do governador Gladson. Enviou nota neste sentido ao BLOG: – Obrigado, Gladson! Meu projeto de lei de “renda mínima emergencial” e “renda mínima Cidadã”, virou “Bolsa Enche o Bucho. Não me importa o nome, mas sim o acatamento da idéia! Que seja de fato iplementada e que traga benefício para o povo do nosso Acre. De fato, projeto neste sentido foi defendido pelo Zen na ALEAC.

VAMOS PARANDO
Nesta eleição municipal os candidatos aliados do governo não vão poder em momento algum atacar os candidatos do PT, como se pertencer ao partido fosse algo asqueroso. É que basta olhar para dentro do governo do Gladson que vai se vislumbrar ex-petistas ilustres de 20 anos.

FORA DO CORDÃO
Não vou escrever para agradar o cordão dos contentes, quem quiser que brigue com a notícia.

MULHERES NA LIDA
Suelen Carlos, Gabriela Câmara, Michely Melo, Bruna Delilo, Lene Petecão, Elzinha, Rila Freze, Lana Vaz, Manteiguinha, Larissa, são nomes de mulheres na disputa de vagas na Câmara Municipal de Rio Branco.

NÃO FOI OMISSO
Nesta pandemia ninguém pode levantar a voz contra o governador o chamando de omisso, está deixando no sistema público de saúde dois hospitais de campanha equipados e definitivos. Para quem pegou um sistema só a sucata, é um saldo positivo da sua gestão.

NAVEGO NESTA MAROLA
Numa campanha, o interessante é o bastidor. Essa marola, eu conheço e navego bem.

MESMA CHANCE
O candidato a prefeito de Rio Branco, Jamil Asfury (PSC), colocou a vaga de vice na sua chapa à disposição da Marfisa Galvão (PSD). A chance de fechamento é a mesma do Tite me convocar para atacante da seleção brasileira.

FRASE MARCANTE
“Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos”. Nietzsche

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