11.09.2020

Moro admite conversa com Huck e diz que brasileiro precisa de candidato ‘moderado’ e ‘tolerante’


Ex-juiz da Lava Jato, que se aliou a Bolsonaro, agora diz que País não quer “extremos”, se referindo a Lula e ao atual presidente. “O brasileiro tem um perfil mais moderado, e essa moderação favorece comportamentos de tolerância”, diz Sergio Moro, que usou o Judiciário para perseguir o PT e Lula
9 de novembro de 2020, 09:15 h Atualizado em 9 de novembro de 2020, 09:50

Luciano Huck e Sérgio Moro (Foto: Reprodução | Reuters)

247 - O ex-juiz Sergio Moro, em entrevista ao jornal O Globo publicada nesta segunda-feira (9) admitiu que que esteve, em outubro, com o apresentador Luciano Huck, como foi noticiado pela imprensa no fim de semana.

Moro também criticou a polarização no país, sem citar sua própria participação aliança com Jair Bolsonaro e sua atuação para retirar do pleito eleitoral o ex-presidente Lula, beneficiando desta forma a eleição do atual governo de extrema direita. O juiz que distorceu as regras do Judiciário para perseguir o PT e Lula defendeu uma candidatura que segundo ele seria "moderada", com um perfil de "tolerâncias".

“Eu ficaria bastante desapontado se chegássemos em 2022 e tivéssemos apenas, como perspectivas eleitorais, dois extremos polarizados, a esquerda e a direita. O brasileiro tem um perfil mais moderado, e essa moderação favorece comportamentos de tolerância, que é o que nós precisamos, e o fim desse ciclo de ódio, que envolve principalmente as figuras do presidente (Bolsonaro) e igualmente do PT, especialmente o ex-presidente Lula”, disse ele.
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